sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO DE TEXTOS



A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO DE TEXTOS / Patrícia Ferreira Bianchini Borges

Todos, escritores, ou não, são unânimes em apontar as dificuldades da tarefa de escrever. Muitos a consideram um aprendizado demorado, dispendioso e pouco eficiente, já que são poucos os que chegam a redigir textos de forma adequada. Outros afirmam que escrever é lutar inutilmente contra as palavras, pois parecem nunca atingir plenamente os objetivos pretendidos. Além do mais, no nosso cotidiano, a língua falada parece ocupar um espaço de maior prestígio – jornais falados, mensagens gravadas em fitas, telefonemas, etc. substituem tradicionais meios de comunicação que utilizam a língua escrita. Diante desse cenário, cabe a pergunta – Ainda vale a pena aprender a escrever? A escola parece acreditar que sim, já que ainda prioriza a escrita... Mas de onde vem essa importância? Por que, apesar das dificuldades, alguns ainda acham que devem continuar a defender o seu ensino?”

O texto, transcrito acima, faz parte da introdução do capítulo ‘’Para que aprender a escrever?’’, o qual parece apropriado para o início de uma reflexão acerca desse assunto.

‘’Escrever é falar no papel.’’ Esta é uma frase, retirada do livro de Donald Weiss,Como Escrever com Facilidade”; no qual o autor assegura que o medo acaba inibindo pessoas alfabetizadas de escrever. Já que escrever é falar no papel, o primeiro passo, segundo ele, para perder este medo é escrever como se estivéssemos falando. Escrever sem medo e sem preguiça, fazer vários rascunhos, ler em voz alta o texto escrito para descobrir as falhas (sub-vocalização) são técnicas indispensáveis; e o restante advém da coragem de não ter medo de errar e de ser criticado por alguém que nunca escreveu nada, mas que está sempre pronto a destruir a criatividade do outro.      

Na escola, uma grande dificuldade enfrentada pelos alunos com relação ao escrever refere-se à necessidade que eles têm de deixar a linguagem coloquial, “aquela do dia-a-dia”, e passar a se expressar por escrito, numa linguagem mais formal e mais cuidadosa. A fala por ser mais espontânea, menos cerimoniosa e com certeza mais fácil que escrever, e pelo fato de a escrita ter normas próprias (ortografia, acentuação, etc.), a falta de um interlocutor à sua frente exige deles que obedeçam a essas normas.

Outra questão muito comum entre os alunos é dizer que aquele dia “não estão inspirados”, que não vão conseguir escrever. Esta afirmação, para Gustavo Ioschpe, jornalista  da Folha de São Paulo, não tem fundamento, pois garante que ‘’além do 1%  de inspiração  que está no DNA de qualquer aspirante a Shakespeare, o que é determinante são os 99% de transpiração”.

Outra grande referência é a opinião de Garcia (2002:301) que assegura: ‘’aprender a escrever é, em grande parte, se não principalmente, aprender a pensar, aprender a encontrar idéias e a concatená-las, pois, assim como não é possível dar o que não se tem, não se pode transmitir o que a mente não criou ou não aprisionou.’’ Considera ser ilusório supor que se está apto a escrever quando se conhecem as regras gramaticais e suas exceções. Evidentemente, um aluno precisa de um mínimo de gramática indispensável (grafia, pontuação, um pouco de morfologia e sintaxe), que permitirá a ele adquirir certos hábitos de estruturação de frases modestas, mas claras, coerentes e objetivas, embora se isto não seja suficiente.

Considerando a produção de textos na escola, pode-se dizer que cabe aos educadores, portanto, propiciar condições para o aluno exercitar-se na arte de pensar, captar e criar suas próprias idéias, através de atividades que exijam reflexão e produção de um novo texto; e para alcançar esse objetivo, deve-se utilizar a criatividade, sempre considerando e usando “A PALAVRA” como veículo de expressão do pensamento, desenhando através da “ARTE DA PALAVRA ESCRITA” um texto original, diferente, como se fosse uma verdadeira obra de arte.

À primeira vista, pode-se pensar que cada palavra escrita é objeto de uma "convenção" que associa arbitrariamente, uma forma gráfica específica a um sentido específico. Mas é preciso ter em conta que a língua escrita é um "código derivado" da língua oral. Se a relação entre a expressão sonora das palavras e o seu sentido é arbitrária, a relação entre a expressão sonora das palavras e sua forma gráfica - exceções à parte - não é. Subjacente à relação não arbitrária entre a forma ortográfica e a forma fonológica há um princípio que o aluno deve descobrir: o alfabético.

Freqüentemente, no ensino da leitura, tenta-se conciliar o inconciliável: fazer compreender como funciona o código escrito pela descoberta do princípio alfabético e fazer descobrir as finalidades e as questões envolvidas na leitura usando os mesmos textos. Estes dois objetivos complementares exigem que os alunos apóiem-se sobre suportes escritos de dimensões e de natureza muito diferentes. A descoberta do princípio alfabético exige a manipulação de segmentos curtos e cuidadosamente escolhidos para uma ilustração precisa, já a tomada de consciência da diversidade dos escritos e de suas finalidades individuais e sociais exige escritos ricos, autênticos e socialmente significativos.

Fazer compreender, a partir de um mesmo suporte escrito, como "funciona" o código e para que ele serve quando colocado em funcionamento introduz o risco de empobrecer, e mesmo perverter uma das duas tarefas: textos muito curtos, insípidos, sem ambições semânticas e sem significado social não podem revelar a um aluno o que é ler; em contrapartida, textos ricos, variados, carregados de sentido são impróprios para colocar em evidência as relações que ligam as letras e os grupos de letras escritas aos sons orais.

Ao colocar-se o ler e o escrever ainda como desafios, deve-se ter em mente que formar o leitor é também compreender e conhecer esse modo de ser oral de nossa cultura urbana, o qual disputa terreno com a tradição escrita, com seu apelo facilitador à inteligibilidade do mundo. Situá-los nesse ambiente de turbulência cultural, enfrentando-o, sem negá-lo ou ignorá-lo, estar em seu meio e a partir dele, utilizar seus recursos, dirigir uma proposta política/ética/estética ao aluno, para integrá-lo a uma compreensão de mundo que vise à interação com tudo que esta carrega de coerências e contradições.
   
Professores podem e devem planejar um ambiente, em sua dimensão tanto física quanto social, no interior da unidade escolar, mais especificamente na sala de aula, que se constitua num espaço cultural capaz de instigar/sugerir/convocar certos conhecimentos, atitudes, valores, desejos e reflexões. Formando leitores dentro das diferentes naturezas da linguagem escrita e visual; agregando ao ato solitário da leitura do texto escrito o movimento de luz e sons; motivando e formando alunos/leitores, mesmo dentro dessa sociedade, tão urbana e tecnológica, em que estão inseridos.
Uma orientação eficiente para a prática de produção de textos, na escola, deve envolver procedimentos fundamentais distribuídos em dois grandes momentos: o que antecede e o que coincide com o ato de escrever, propriamente dito.

No primeiro momento, há que se orientar na busca de conteúdos (idéias, opiniões, informações) a serem colocados no papel; no segundo, não menos importante, deve-se preocupar com o modo de fazê-lo, resgatando e/ou apresentando habilidades de estruturação do texto que permitam tecer microestruturas eficazes para se conseguir um texto coeso e coerente com as idéias e intenções do autor.

Os alunos devem estar convictos de que escrever é expressar idéias, conceitos, informações, sentimentos, sensações de maneira clara, coesa e coerente com aquilo que se deseja e cabe ao professor ensinar-lhes a selecionar e manipular tanto palavras e frases como idéias, conceitos e informações para que possam obter o resultado desejado em sua produção textual.

Para encerrar uma apropriação das sabias palavras do grande mestre Rubem Alves: “Bom seria que o professor dissesse aos seus alunos – Leiam esse livro. Ruminem. Depois de ruminar, escrevam os pensamentos que vocês pensaram, provocados pelos pensamentos do autor. Os pensamentos dos outros não substituem os seus próprios pensamentos. Somente os seus pensamentos estão vivos em você. Um livro não é para poupar-lhes o trabalho de pensar. É para provocar o seu pensamento.”

Patrícia Ferreira Bianchini Borgespatybianchini@hotmail.com
Professora da Rede Municipal de Ensino de Uberaba - MG
Licenciada em Letras pela Uniube
* Texto publicado originalmente em: A Importância da Leitura para a Produção de Textos, in: Revista Pedagógica Ponto de Encontro, ano VI, nº. 6, 2004. (pp. 6 e 7).

Referências Bibliográficas:CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção. A escritura do texto. 2 ed. rev.  e ampl. São Paulo: Moderna, 2001.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna. 21 ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2002.

sábado, 19 de setembro de 2015

QUEM JÁ NÃO FOI BENZIDO? QUER SABER MAIS A RESPEITO? FICA NOSSA DICA DE LEITURA



Obra de autoria de Pai Benedito dos Cruzeiros, canalizada po Géro Maita, em Cartilha de Benzimentos iremos encontrar informações do que vem a ser benzimento, como ele atua em nossos chacras, quem pode e quem não pode benzer, quais elementos são utilizados pelo bento e quais as formas mais conhecidas de benzimentos, além de diversas "receitas" e rezas para a prática do benzimento.
R$ 40,00 dividido em até 10 vezes no cartão
Acesse nosso site para comprar: www.letraquefala.com.br

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

OS 10 ROMANCES MAIS IMPORTANTES DA LITERATURA BRASILEIRA




As listas são um instrumento crítico de grande relevância, pois trazem, subjacente, um conceito de literatura — este conceito talvez seja mais importante do que as obras escaladas. Ao escolher apenas 10 romances brasileiros eternos, segui alguns critérios: não repetiria livros do mesmo autor; privilegiaria obras que trouxeram alguma inovação formal; e daria preferência a livros que fossem mais do que uma história, que tivessem um valor metonímico, representando um período literário, um painel histórico, um grupo social, uma tendência estética. Podem ser considerados como marcas comuns a todas as narrativas listadas o desejo de construir um retrato do Brasil e o investimento em uma linguagem identitária — cada título, logicamente, à sua maneira. Teríamos aqui então um pequeno mapa do grande romance nacional.

Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Machado de Assis

Memorias Postumas de Bras Cubas
Uma desconstrução do Brasil, por meio da ironia, que escancara a hipocrisia da nossa elite dirigente no século 19. Machado de Assis dá voz a um narrador defunto que, longe da vida social, pode zombar do caráter das pessoas com quem conviveu. O romance também é importante por se valer de novas técnicas narrativas, fazendo-se a obra mais inovadora daquele século.

O Ateneu (1888), Raul Pompeia

O Ateneu
É o precursor da autoficção, um romance carregadamente autobiográfico, centrado nas desilusões do menino Sérgio em um colégio que era tido como o melhor o país. Ele descobre a falsidade e os comportamentos sórdidos de um mundo onde não há lugar para o amor e a amizade. Escrito com um cuidado de poeta parnasiano, este é o romance brasileiro em que a linguagem literária chegou ao seu ápice.

Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909), Lima Barreto

Recordacoes do Escrivao Isaias Caminha
É a obra que faz a passagem da língua mais formal, de matriz lusitana, para a linguagem quente das ruas, que representa os seres marginais em um Rio de Janeiro que sonha com a modernidade. Aqui, Lima Barreto acompanha o drama de um mulato inteligente, que é violentamente discriminado por sua cor, o que o autor promove é uma naturalização da linguagem para dar espessura humana a atores sociais que nunca haviam sido protagonistas na literatura brasileira.

Macunaíma (1928), Mário de Andrade

Macunaima
O mais divertido retrato do Brasil como um país que vive contemporaneamente em todas as idades do continente, no período pré-cabralino, no Brasil dos viajantes estrangeiros, na Colônia, no Império e na modernidade. O grande feito do livro é transformar as características do homem nacional tidas como defeitos em elementos positivos de nossa identidade malandra, ao mesmo tempo em que elege a pilhagem nos documentos como uma forma de invenção selvagem.

Vidas Secas (1938), Graciliano Ramos

Vidas Secas
Um romance montado com cenas avulsas, a partir de quadros, em que Graciliano Ramos acompanha a rotina desesperadora de nordestinos que vivem de fazenda em fazenda, isolados do mundo. Fabiano e Sinhá Vitória têm que tomar uma decisão crucial, eternizar este ciclo de exploração ou tentar dar aos filhos o estudo que eles nunca tiveram. Mais do que um romance sobre a seca e o nordeste, é uma narrativa sobre o poder da linguagem.

Fogo Morto (1943), José Lins do Rego

Fogo Morto
É a obra máxima do Ciclo da Cana de Açúcar, construída com recursos narrativos modernos, longe da memorialística de outros livros do autor. Em “Fogo Morto” ele transforma em mito e em fantasmagoria o fim de um período colonial da história do Brasil, mostrando a falência do modelo social dos engenhos, do qual ele se sente órfão. Aqui, a matéria nordestina ganha uma estrutura narrativa de planos que se sobrepõem, condensando todo um tempo.

Grande Sertão: Veredas (1956), Guimarães Rosa

Grande Sertao Veredas
Verdadeira enciclopédia do Sertão, este romance avança barrocamente para todos os lados, mostrando um narrador sertanejo que usa filosoficamente a linguagem, modificando-a para tentar dar vazão aos seus questionamentos interiores. Riobaldo narra para nos e para se convencer de sua inocência em relação a três episódios centrais: o pacto que ele teria feito com o diabo, o fato de amar em Diadorim (a guerreira travestida de jagunço) a mulher e não o homem e as mortes que ele comete na jagunçagem.

A Paixão Segundo GH (1964), Clarice Lispector

A Paixao Segundo GH
É o livro mais importante de Clarice Lispector, marcado por uma estrutura solta, que não tem começo nem fim — inicia e termina com reticências. O que o leitor acompanha é parte dos intermináveis questionamentos de uma narradora atormentada pela necessidade de se conhecer, ampliando metaforicamente o eu e o agora até os primórdios da vida no planeta.

O Coronel e o Lobisomem (1964), José Cândido de Carvalho

O Coronel e o Lobisomem
Ambientado no litoral carioca, este romance coloca em cena um narrador mentiroso, que gosta de contar vantagem, mas que revela, em cada episódio, a sua ingenuidade de roceiro. O coronel que acreditava em lobisomem é completamente enganado por figuras urbanas, cifrando o fim deste mundo mítico, que não tem mais continuidade no presente. Aqui, a linguagem sertaneja ganha um colorido deslumbrante para cifrar o descompasso deste mundo.

A Pedra do Reino (1971), Ariano Suassuna

A Pedra do Reino
Obra monumental, de incorporação da cultura popular, que se apresenta programaticamente inconclusa, na qual o narrador, preso por seu envolvimento com um episódio trágico do sertão (a degola de animais e pessoas para instaurar o Império da Pedra do Reino) constrói o romance como uma peça de defesa, tentando nos convencer de sua inocência. Farsa e fanatismo dão a tônica ao romance.
Miguel Sanches Neto, doutor em Teoria Literária pela Unicamp, é autor, entre outros, dos romances “Chove Sobre Minha Infância” (Record), “Um Amor Anarquista (Record)” e “A Máquina de Madeira” (Cia das Letras). Este ano, a Intrínseca lança seu romance sobre os nazistas no Sul do Brasil, “A Segunda Pátria”. Site: www.miguelsanches.com.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

DICA DE LEITURA DO LETRA QUE FALA - NOSSO LAR







O primeiro livro que aborda a vida no plano espiritual com muitos detalhes em temas como: Umbral, cidades astrais, o valor da música e da água, campos de forças, guardiões e muito mais, narrado por quem foi um dos beneficiados da misericórdia divina através de Clarêncio. Nosso amigo André Luiz.
Acesse: www.letraquefala.com.br e compre está obra agora com nova diagramação e nova capa.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

NO MUNDO DOS ESPÍRITOS - Obra histórica de LEAL DE SOUZA






Sinopse: Esta é uma obra histórica e preciosa: o primeiro livro que documenta as sessões mediúnicas dos centros espíritas que se disseminavam, ao início do século XX, no Rio de Janeiro, com pequena extensão a Niterói.
Foi a primeira vez que alguém registrou, de forma isenta e abrangente, a realidade do espiritismo que se firmava no Brasil. 
Leal de Souza, à época repórter do jornal A Noite, do Rio de Janeiro, efetuou e publicou ali uma pesquisa, com isenção e técnica jornalísticas, descrevendo sessões espíritas dos mais diversos centros da então capital federal.
Sem qualificar nem tomar partido, o jornalista descreve com realismo fotográfico as incorporações, diálogos, a assistência e os cenários dessas sessões mediúnicas e doutrinárias, a que não faltaram as da Federação Espírita Brasileira.
Tão fiel é a descrição que o leitor parece acompanhar as cenas de um filme – um documentário sobre o mediunismo espírita no Brasil do século XX iniciante – à medida que acompanha as cenas no texto ágil e direto da reportagem.
Extraordinário depoimento para se compreender a evolução da prática mediúnica espírita no Brasil. Texto atraente, que desvenda uma realidade curiosa e insuspeita.


Adquira esta livro no LETRA QUE FALA.
Acesse: www.letraquefala.com.br

segunda-feira, 14 de setembro de 2015


Visite nossa sessão de livros de AUTO AJUDA





Visite nosso site! 
Consulte nossa sessão de livros de auto ajuda!
www.letraqefala.com.br


QUANTAS HORAS O BRASILEIRO DEDICA A LEITURA?


O Brasil está comendo poeira nesse mapa que mostra a média de horas de leitura de alguns países. Estamos lá no último grupo.
Os dados são do NOP World Culture Score Index e o mapa foi feito pelo @Amazing_Maps. A Índia está em primeiro lugar, com 10 horas e 42 minutos de leitura semanal, enquanto o Brasil está em vigésimo sétimo, com menos da metade desse tempo. Aqui está a lista completa:
1) Índia — 10 horas e 42 minutos
2) Tailândia — 9:24
3) China — 8:00
4) Filipinas — 7:36
5) Egito — 7:30
6) República Checa — 7:24
7) Rússia — 7:06
8) Suécia — 6:54
8) França — 6:54
10) Hungria  — 6:48
10) Arábia Saudita — 6:48
12) Hong Kong — 6:42
13) Polônia — 6:30
14) Venezuela — 6:24
15) África do Sul — 6:18
15) Austrália — 6:18
17) Indonésia — 6:00
18) Argentina — 5:54
18) Turquia — 5:54
20) Espanha — 5:48
20) Canadá — 5:48
22) Alemanha — 5:42
22) Estados Unidos — 5:42
24) Itália — 5:36
25) México — 5:30
26) Reino Unido — 5:18
27) Brasil — 5:12
28) Taiwan — 5:00
29) Japão — 4:06
30) Coréia — 3:06
O índice também traz outros dados. O Brasil é um dos países cujos habitantes mais veem TV: estamos em oitavo lugar, com 18 horas e quinze minutos por semana. Os brasileiros também ouvem muito rádio, com as mais de 17 horas por semana que nos valeram um segundo lugar mundial. E por fim, pegamos o nono lugar no uso de computadores e internet para fins não profissionais: estamos em nono, com 10 horas e 30 minutos semanais.
Nossa campanha para estimular a leitura:
Acesse: www.letraquefala.com.br e divida suas compras em até 11 vezes

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

DICA DO LETRA QUE FALA: A VIDA NO PLANETA MARTE E OS DISCOS VOADORES




A Vida no Planeta Marte RamatisSinopse









Apenas dois sensitivos no Brasil, até hoje, receberam o aval da Espiritualidade Superior para transmitir mensagens sobre a verdadeira natureza da civilização marciana: Francisco Cândido Xavier e Hercílio Maes.
São informações idênticas. Tanto Ramatís quanto a mãe de Chico Xavier ("Cartas de uma Morta") e Irmão X ("Novas Mensagens") são portadores de notícias chocantes para o ceticismo dos terráqueos: uma avançada civilização, espiritual e materialmente considerada, não só habita o Planeta Marte, como nos conhece perfeitamente. E nos visita, há décadas, nos famosos "Discos Voadores" — hoje OVNIs.
Ramatís vai além, nesta obra revolucionária: transporta o leitor para o quotidiano da civilização marciana, com suas cidades de fantástica beleza, a arquitetura e transportes, o encanto transcendental dos cenários desse mundo, com um avançado sistema de governo. Permite ao nosso curioso olhar penetrar o interior da vida em Marte, com seus usos e costumes, educação e lazer, esportes e estrutura social. Conduz-nos à intimidade dos lares marcianos, para descobrir como se vestem e alimentam, como se relacionam, como vivem, enfim; como são a medicina e as crenças, as flores e escolas, a ciência e as crianças, os "livros", filmes, a música. Descreve a energia motriz superavançada que movimenta a vida marciana, as naves espaciais e viagens interplanetárias.
E garante: "Marte é um grau sideral à vossa vanguarda e é, também, a vossa futura realidade espiritual".
Quanto às imagens desérticas fornecidas pelas sondas espaciais, cabe lembrar que, para a avançada ciência marciana, não constituiria dificuldade manipular essas e outras emissões. Um simples holograma poderia criar realidades virtuais insuspeitadas, em legítima defesa da paz de seu mundo, visado pela belicosa civilização terráquea.
Ao longo de cinco décadas e sucessivas edições, "A Vida no Planeta Marte" já conquistou milhares de leitores. Essa obra fascinante vai encantá-lo também, entreabrindo à sua consciência as realidades que nos aguardam na comunidade dos mundos do universo.
Acesse o site do LETRA QUE FALA
www.letraquefala.com.br 
e aproveite a promoção!
TODA A OBRA DE RAMATIS 
EM ATÉ 11 VEZES NO CARTÃO

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

DATA LIMITE EM PROMOÇÃO AQUI NO LETRA QUE FALA



PROMOÇÃO SITE LETRA QUE FALA

Na compra de um DVD "DATA LIMITE" você ganha um LIVRO DOS ESPÍRITOS de BRINDE>


Acesse nosso site: www.letraquefala.com.br
Pague em até 10 vezes com todos os cartões