quarta-feira, 29 de julho de 2015

POR QUE DEVEMOS LER?




  • Amplia o conhecimento geral. Ler é um ato valioso para o nosso crescimento pessoal e profissional. Uma boa leitura leva a pessoa ao entendimento de assuntos distintos. Afinal, o que é entender senão compreender, perceber. Como você saberá conversar sobre determinado tema se não tem percepção ou se não o compreende? Através da leitura ficamos informados sobre o que acontece no mundo e na nossa região. A leitura informativa mais usual é o jornal impresso.
  • Desenvolve o repertório. Além de ser envolvente, a leitura expande as referências e a capacidade de comunicação. Através da leitura temos possibilidade de ter contato com várias culturas diferentes. Sabemos como determinado povo se comporta, os motivos pelos quais agem de forma distinta da nossa. Além disso, compreendemos melhor o outro quando passamos a saber a história de vida que o cerca. Consequentemente, lidamos melhor com quem é diferente de nós e não temos uma opinião pobre e geral das circunstâncias. 
  • Estimula a criatividade. Ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares e personagens. Além disso a leitura promove diversão, pois quem lê é levado a mundos distintos onde não podemos chegar “com as próprias pernas”. 
  • Aumenta o vocabulário.  Esse item é fato, pois quem lê tem um repertório de vocábulos muito mais avançado do que aquele que não possui essa prática. Graças aos livros, descobrimos nossas palavras e novos usos para as que já conhecemos.
  • Emociona e desenvolve o senso crítico.  Quem já se sentiu triste ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem. Lendo, nos tornamos reflexivos, ou seja, formamos uma ideia própria e madura dos fatos. Quando temos entendimento dos vários lados de uma mesma história, somos capazes de refletir e chegar a um consenso, que nos traz crescimento pessoal. A leitura também nos ajuda a entender o mundo e a nós mesmos, questionando e analisando o que lemos aprendemos a criticar e construir nossa própria opinião.
  • Concede maiores oportunidades. Quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para vida. Através da leitura falamos e escrevemos melhor, sabemos o que aconteceu na nossa história, o porquê de nosso clima e do idioma que falamos, dentre muitas outras possibilidades.
  • Facilita a escrita e a compreensão. Ler é um habito que se reflete no domínio da escrita. Quem lê mais escreve melhor. Com conhecimento, reflexão e vocabulário é óbvio que o indivíduo conseguirá desenvolver seu texto com muito mais destreza e facilidade. Quem lê, se expressa bem por meio da escrita. quem lê muito, começa a refletir mais rápido. Logo, adquire mais agilidade na leitura. Passa os olhos e já entende sobre o que o texto está falando, a opinião do escritor e a conclusão alcançada. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS




A educação de jovens e adultos no Brasil sempre foi marcada por movimentos ou iniciativas individuais de grupos, órgãos públicos e privados ou pesquisadores decididos a enfrentar o problema da existência de uma enorme população que não a teve oportunidade de freqüentar a escola regular.

A problemática educacional no Brasil, está marcada pela exclusão de camadas populares da sociedade que vem interditando a inúmeros cidadãos a possibilidade de acesso a língua e a um universo de saberes produzidos nas diferentes áreas do conhecimento.
Para além da necessidade de alfabetização, a perspectiva da totalidade escolarização fundamental como patamar mínimo para a qualificação pessoal e profissional do sujeito, como condição para o acesso aos diferentes espaços culturais e como elemento possibilitador de reflexão e posicionamento político e autônomo.
A alfabetização de jovens e adultos é um desafio, não só para administradores governamentais, universidades, professores, como também como para toda a sociedade e o próprio aluno.
As bases do conhecimento sistematizado deverão estar em seus aspectos sócio-econômico-político-culturais, visando a construção da consciência crítica e reflexiva, onde as capacidades, atitudes e valores sejam necessário para que as pessoas melhorem a qualidade de vida e continuem aprendendo, tendo uma vida justa e digna.
As pesquisas sobre a aprendizagem da leitura e da escrita das duas últimas décadas nos impõem a necessidade de compreender como se dá o processo de aprendizagem dos jovens e adultos e como poderia ser o processo de ensino voltado para uma educação integral, que considere os aspectos sociais, afetivos e cognitivos dos alunos.




2 ? A Alfabetização de Jovens e Adultos no Contexto Escolar.



A alfabetização não se resume a ensinar a ler, ela dá possibilidade para que o aluno se desenvolva como ser humano e assim ficar integrado no mundo.
No Brasil e em outras aréas da América Latina, a Educação de adultos viveu um processo de amadurecimento que veio transformando a compreensão que nós tínhamos a poucos anos atrás. O conceito de Educação de adultos vai se movendo na direção de Educação Popular na medida em que a realidade começa a fazer algumas exigências, á sensibilidade e á competência científica dos educadores. Uma dessas exigências tem que ver com a compreensão crítica dos educadores do que vem ocorrendo no cotidiano do meio popular.
"O ato criador prova natural estado de satisfação ? decorrente do poder de criar..., e essa alegria gera valores mais importantes que mobilizam sentimentos de auto confiança nos alunos e os leva a sentir e descobrir outros valores fundamentais a vida."
(Ministério da Educação; 1997, p. 49).
Através desta citação o autor tenta passar o quanto é importante valorizar o que cada ser humano consegue fazer, ou seja, utilizar o conhecimento e a experiência que trazem de casa ao longo de sua vida, e sempre devemos oferecer condições de ampliar e atualizar seus conhecimentos, pois, cada um de nós compõe a sua história, e cada ser em si carrega o dom de ser capaz, de ser feliz. Por isso é importante respeitarmos e aproveitar os conhecimentos dos alunos, e que eles são capazes de ler e escrever, apenas não tiveram a oportunidade enquanto jovens, mas nunca é tarde para estudar.
Existe uma coisa que os alunos precisam quando retornam á escola, precisam muito mais do que o conhecimento, eles precisam de motivação. E a melhor motivação vem das palavras de afeto e valorização - "muito bem", "É isso ai", "você conseguiu", e tantas outras que nós educadores devemos dizer, esse tratamento especial desenvolverá no aluno a autoconfiança, ou seja ele será muito mais feliz.
Paulo Freire deixa bem claro que temos de orientar o analfabeto, e aproveitar todos os seus conhecimentos e trazer para atualidade, e esse conhecimento a que se refere esta dentro do próprio educando, só temos que saber como colocá-lo para fora.
"A alfabetização não pode ser reduzida a um aprendizado técnico-lingüísticos, como um fato acabado e neutro, ou simplesmente como uma construção pessoal intelectual. A alfabetização passa por questões de ordem lógico-intelectual, afetivo, sócio-cultural, política e técnico.
Paulo Freire concorda que o papel do educador é mediar a aprendizagem, priorizando, nesse processo, a bagagem de conhecimentos trazidos por seus alunos, ajudando-os a transpor esse conhecimento para o da escrita e da leitura.
"A formação econômica, política e social dos adultos devia ser desenvolvida a partir de suas atividades cotidianas e de suas preocupações fundamentais."
(Barquera, 1982, p.16).
O autor fala que o conceito de educar deve incluir-se aos aspectos básicos da vida, como os acontecimentos diários e com isso reaproveitar seus conhecimentos no trabalho, saúde, vida familiar, e trazer tudo isso estaremos aproveitando o conhecimento trazido de casa.
"Uma forma de educação altamente eficiente, pois não apenas força as pessoas a aprender, mas também lhe permite aplicar na prática o que aprendem. Tem, além disso, a vantagem de conscientizar as pessoas de que seu nível de vida não depende unicamente de sua capacidade para ganhar dinheiro, mas das qualidades dos benefícios que se obtém através dos recursos da comunidade local."
(Lowe, 1975, p. 97).
Esta citação deixa bem claro que se pode alcançar o progresso social e econômico das comunidades pela participação de seus membros em práticas alternativas de alfabetização.
"Os aluno níveis de analfabetismo passa a ser o centro das preocupações revelada nos discursos e nas programações dos governos por configurarem em estágio de extremo subdesenvolvimento para seus Países." (Alair Miranda, 2003, p. 214).
A autora nos tenta passar a idéia que nossos governantes estão preocupados com os altíssimos índices de analfabetos pois, isso poderá atrapalhar o crescimento de nosso País, e isso realmente acontece mas infelizmente só ocorre na teoria, porque na prática ainda não estamos vendo resultados satisfatórios e o que nossos governantes fazem é pouco, a insuficiência de políticas voltadas para á educação, tem sido poucas que são planejadas, a maioria não ultrapassa a fase de sua programação, e por isso precisa colocar em prática e realmente ajudar, precisam tirar todos esses projetos das gavetas de seus gabinetes, mas somos brasileiros e temos esperanças de reverter este quadro tão alarmante de analfabetos.



3. ? O papel do educador na EJA.



"Suprir a escolarização regular para os adolescentes e adultos que não a tenham seguido o concluído na idade própria e proporcionar mediante repetida volta a escola, estudo de aperfeiçoamento ou atualização para os que tenham seguido o ensino regular no todo ou em parte."
(Alair Miranda, 2003, p.135).
Isso quer dizer que devemos contribuir para que os adolescentes e adultos desenvolvam suas habilidades e participem, da vida coletiva orientada para melhoria de sua formação, tendo como objetivo a comunicação interpessoal, tornando-se agente do auto desenvolvimento e de mudança social, desenvolvendo suas habilidades intelectuais para que os mesmos sejam críticos e não aceitem tudo daí então, terão desenvolvido sua capacidade de integração nos grupo sociais, de desempenho consciente dos direitos e deveres do cidadão e da participação da evolução e cultural.
"Ter a noção dos conhecimentos transmitidos e adquiridos é fator importante por permitir vizualizar o que a sociedade considera como necessário de ser preservado para instrução básica e útil aos fins a que pensavam destinar".
(Elvira Mari, 1986, p. 256)
O educador precisa saber aproveitar e trabalhar com o concreto, ou seja, com o conhecimento que o aluno já adquiriu e tentar atualizar esses conhecimentos de acordo com a nossa realidade do dia-a-dia, e de acordo com o que a sociedade exige desses educandos.
"A importância do papel do educador, o mérito da paz com com certeza de que faz de sua tarefa docente não apenas ensinar os conteúdos mas também ensinar a pensar certo."
(FREIRE, 1996, p. 27)
O verdadeiro papel do professor é auxiliar o aluno a pensar e a ser crítico e não torná-lo uma máquina, o professor tem que ensinar o aluno a lutar pelo que deseja, pelo que acha certo, ou seja, o aluno tem que saber o que ele quer e que caminhos quer percorrer.
"As vezes, mal se imagina o que pode passar a representar na vida de um aluno um simples gesto do professor."(FREIRE, 2001, p.9).
Quando o professor transmite ao seu aluno respeito, auto confiança, com certeza esse aluno será um ser humano esplêndido, crítico e sempre lutará pelos seus objetivos, mas quando o professor é rude, não se importa com o que o aluno pensa e nem tão pouco importa se ele esta aprendendo ou se tem algum tipo de problema emocionais, dificuldade no aprendizado ou se tem qualquer outro tipo de problemas, com certeza o aluno será um adulto mal humorado, desmotivado, e não se importará com nada, ou seja para ele tanto faz como tanto fez. Tudo isso nos diz como é importante que o professor esteja realmente preparado para receber qualquer tipo de aluno e com qualquer tipo de problema, ou seja, tem que ser um professor que se preocupa com seu aluno e o vê como um ser humano que precisa ser orientado para uma aprendizagem significativa e como cidadão reflexivo e atuante na sociedade.
"Os professores sabem bem que muitos alunos quase não tem projeto e que é difícil propor-lhes um. A nostalgia da classe homogêneas e prontas para trabalhar não desapareceu. Porém, é preciso trabalhar da realidade da escolarização em massa". (PERRENOUD, pg. 38)
Os alunos estão sem um ponto para ingressar nessa escola pois estavam acostumados a trabalhar para ajudar suas famílias, agora é preciso que o professor se encarregue de com entrosamento e muita diálogo traga esse aluno para o convivio da sala de aula.




CONSIDERAÇÕES FINAIS



O ensinar e a aprender envolvem um processo coletivo de troca de experiências e ideias. A educação de Jovens e Adultos é um programa que demonstra não só na teoria mas também na prática que é possível mudar os rumos sociais do nosso país através da educação, alfabetização; proporcionando aos jovens e adultos a alfabetização consciente, sendo esta, a formação para transformação do cidadão em seu exercício social.
A necessidade da alfabetização torna-se cada dia mais urgente em um país onde as diferenças culturais e sociais demonstram ser o impedimento para o sucesso e a estabilidade econômica de todo um povo. O baixo nível cultural nas camadas sociais desprovidas de condições para cultivar o estimulo a educação e cultura torna a participação crítica em sociedade quase nula, sem que o indivíduo use a sua capacidade crítica de cidadão para construir uma nova visão política, econômica e social.
Fazer possível que os indivíduos se tornem aptos a ler e entender as diferentes mensagens que o mundo os possibilita conhecer é tarefa precípua de todos os brasileiros e não apenas, de alguns poucos educadores.
Sugere-se garantir a participação ativa dos estudantes na EJA em processos educativos para as práticas sociais nas quais estejam envolvidas, desde a mais imediatas até as mais difusas, próprias das demandas da atual sociedade.





REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: Saberes necessários á prática educativa: São Paulo, Ed. Paz e Terra: 1996.
MIRANDA, Alair dos Anjos Silva de. Educação de Jovens e Adultos no Estado do Amazonas-Manaus: EDUA, 2003.
KUBO, Elvira Mari. A Legislação e a Instrução Pública de Primeiras Letras. São Paulo-SP, 5ª ed. Ed. Paz e Terra: 1986.
MOACIR, Gadotti. Educação de jovens e Adultos: Teoria, Prática e Proposta. São Paulo: Ed. Cortez. 4ª Ed, Instituto Paulo Freire, 2001.
FREIRE, Paulo. Educação como Prática da Liberdade. Rio de Janeiro, Ed. Paz e Terra. 27ª ed. 2003.
FRANCHI, Eglê Pontes. Pedagogia da Alfabetização da oralidade á escrita. 6ª ed.. São Paulo: Cortez, 1999.
FEIL, Iselda Terezinha Sausem. Alfabetização: um desafio novo para um novo tempo, 14 ed., Petrópolis: Vozes, 1993.
GROSSI, Esther Pillar. Didática da Alfabetização: didática do nível pré-silábico. 7 ed., Rio de Janeiro: Paz na Terra, 1990.
SILVA, ADEMAR. Alfabetização: a escrita espontânea. 2 ed., São Paulo: Contexto, 1994.
SCHETTERT, Lenir Santos. Alfabetização: vivendo e construindo a vida. 2 ed. Ijuí: Liv. Unijuí, 1987.
FERRERO, Emília. Alfabetização em Processo. 12 ed., São Paulo: Cortez, 1998.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização & Linguistica. São Paulo: E


segunda-feira, 27 de julho de 2015

POR QUE MEU ALUNO NÃO GOSTA DE LER?





Em geral as pessoas não têm o hábito de ler, isso implica na dificuldade de compreensão de textos, atenção e interesse pela leitura. Muitos estudantes, apesar dos esforços da escola, continuam a não gostar de ler, é que muitas vezes a leitura nas escolas tem muito enfadonha e nada atrativa. 
Com a leitura, o homem amplia seu universo de discurso, bem como a possibilidade de multiplicar suas visões e aspirações sobre o mundo. Toda essa prática poderá também conduzir o interlocutor a uma disciplina pessoal, levando-o a conhecer e a transformar esse mundo. Ao ler, o leitor escreve um novo texto, ou seja, não existirá mais um autor apenas. Através da leitura quem lê se torna um novo autor, isso pressupõe que a leitura torna o leitor sujeito efetivo das transformações do mundo, cônscio de suas possibilidades e limitações. 
Todo interlocutor torna-se leitor quando é engajado em situações nas quais a linguagem escrita é usada de forma significativa. A aprendizagem da leitura é apenas a tentativa de dar sentido ao que se lê, e o esforço para ensinar a ler é apenas o de tornar aquela tarefa interessante e compreensível.
A habilidade de interpretação é mostrada quando o leitor consegue processar os conhecimentos através do entendimento do texto e também quando ele consegue reconstruí-lo baseado no conhecimento e na interpretação de mundo que o acompanha em toda a sua trajetória de vida. São muitas as informações contidas em um texto, portanto, cabe ao interlocutor inter-relacionar essas informações e produzir coerência. Tanto as práticas sociais de linguagem como a intuição lingüística facilitam esse processo.
O problema que os educadores enfrentam é a aparente incapacidade do aluno de construir relações significativas e construir sentido entre o escrito e outras áreas do conhecimento. É evidente que o ser humano aprende melhor explorando, experimentando, indagando, questionando e relacionando-se com o ambiente, aprendendo com todos que estão ao seu redor, que fazem parte do seu convívio, aprendendo deles e com eles.
Aproximamos-nos da cultura letrada quando lemos também nos tornamos mais informados de tudo o que acontece ao nosso redor e no mundo, quando exercitamos essa atividade. É assim que nos aproximamos das tecnologias, numa esfera de comunicação e informação.
Na verdade, LER é a palavra chave desta profissão. É lendo que o professor fará de seus alunos bons leitores, que opinem e reproduzam com suas próprias palavras o que leram, mas que também reflitam sobre o texto e questionem as idéias do autor. Que sejam leitores críticos-reflexivos.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa PCNs (1997, p.58) enfatizam esse aspecto: 

Para tornar os alunos bons leitores ? para desenvolver, muito mais do que a capacidade de ler, o gosto e o compromisso com a leitura, a escola terá de mobilizá-los internamente, pois aprender a ler (e também ler para aprender) requer esforço. Precisará fazê-los achar que a leitura é algo interessante e desafiador, algo que, conquistado plenamente, dará autonomia e independência. [...] uma prática de leitura que não desperte e cultive o desejo de ler não é uma prática pedagógica eficiente.

Ao finalizar este trabalho, faz-se necessário enfatizar a premência de se construir uma ponte entre a escola e a realidade externa. Diante das profundas exigências do mundo contemporâneo, a demanda pela leitura e pelo domínio da língua escrita torna-se cada vez maior, o que exige uma reflexão acerca do papel da escola e dos professores. 



DICA DE LEITURA DO DIA



Este é um livro a respeito de Deus, visto como o Uno, e das formas pelas quais reconhecemos sua essência e suas divindades, que são partes do Todo. O autor mostra que Deus é Um, mas muitos são os nomes pelos quais Ele é conhecido. Situação análoga acontece com as divindades manifestadoras das qualidades de Deus. Em Deus, Deuses, Divindades e Anjos, o leitor terá acesso a uma relação desses diferentes nomes e verá que o Ser Supremo também assume variadas formas nas diversas culturas. A obra ainda inclui a visão de personalidades históricas e de algumas religiões acerca de Deus e uma ampla pesquisa sobre os anjos. Ao prefaciar esta obra, o Mestre Mago Rubens Saraceni defende que estudar os panteões das religiões deveria ser uma das matérias oficiais dos cursos regulares, porque, além de ser um assunto fascinante, desmistificaria boa parte do proselitismo religioso e acabaria com a intolerância dos sacerdotes religiosos, fato este que tem ocasionado até mesmo perseguições e guerras sangrentas. Com esta leitura, você verá que Orixás, santos, anjos, devas, deuses e divindades têm as mesmas funções e os mesmos atributos, pois todos derivam do Um - o Todo-Poderoso. Características Especificação: 
 LIVRO DO AUTOR ALEXANDRE CUMINO COM 328 PAGINAS 
Dimensões da Embalagem (Largura X Altura X Profundidade): 16 x 23 x 2,5 cm 
 Peso do produto: 0,48 kg Itens inclusos Conteúdo da Embalagem: 
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quinta-feira, 23 de julho de 2015

DICA DE LIVRO DO DIA| TAMBORES DE ANGOLA




Conheça a origem histórica e as diferenças entre umbanda e espiritismo,
com profundo respeito.

Uma visita a bases das trevas e a uma agência de vinganças do umbral. Conhecerá
o magnetismo como poderosa ferramenta para desequilibrar consciências e observará
o trabalho redentor dos espíritos – índios, negros, soldados, médicos – e de médiuns
que enfrentam o mal com determinação e coragem. A primeira obra espírita a mostrar
a origem histórica e as diferenças entre umbanda e espiritismo, com profundo respeito.
Quase 200 mil exemplares vendidos.

Av. Paulista, hora do rush. Com a cabeça a rodopiar, Erasmino sente lhe faltar o chão
ao sair do trabalho. Avança sobre bebidas e mulheres, agravando a insônia e a tonteira;
passa a ouvir vozes e grunhidos. Trata-se de um caso de obsessão. Em busca da cura,
visita uma tenda de umbanda, onde o medo e o preconceito o paralisam. Ao entender
que umbanda é lei de caridade, aprende a respeitar pretos-velhos e caboclos. Porém,
é no trabalho espírita que se restabelece, pois nunca apreciou defumações,
velas e gongás. Será? Conheça a origem histórica e as diferenças entre umbanda
e espiritismo, vistas com profundo respeito.

Umbanda… Essa doutrina mágica que revela tantos saberes e desperta tantos
preconceitos. Tambores de Angola é um romance que penetra nesse universo
para desmistificar a fi gura dos caboclos, pretos-velhos e exus, entidades tão
mal compreendidas. Mostra que para o bem não há fronteiras: é uma mãe-velha
que orienta o personagem principal a ler O livro dos espíritos, de Allan Kardec,
e o conduz a uma casa espírita, após livrar-lhe de um caso grave de obsessão.
Mas, antes, o leitor participará de uma visita a bases das trevas e a uma agência
de vinganças do umbral. Conhecerá o magnetismo como poderosa ferramenta para
desequilibrar consciências e observará o trabalho redentor dos espíritos – índios,
negros, soldados, médicos – e de médiuns que enfrentam o mal com determinação
e coragem. A primeira obra espírita a mostrar a origem histórica e as diferenças entre
umbanda e espiritismo, com profundo respeito.

Adquira o livro TAMBORES DE ANGOLA, através do site do IRMANA.
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quarta-feira, 22 de julho de 2015

DICA DE LEITURA| "O EVANGELHO A LUZ DO COSMO




“O Evangelho não é simplesmente um repositório de máximas e advertências morais, nem somente código de preceitos exclusivos de qualquer instituição humana religiosa, devidamente credenciada para representar Deus na Terra. Em verdade, o Evangelho relatando a experiência vivida integralmente por Jesus, em 33 anos de sua vida física, é para demonstrar a todos as leis que governam e disciplinam o Universo. Os conceitos do Mestre Jesus, paralelamente à sua conduta e ação incomum, podem ser aceitos como um compêndio humano a expor os objetivos de Deus na Sua Criação. 
Enfim, repetimos: o Evangelho não é um Código Moral adequado a um certo tipo de humanidade, mas um tratado perfeito de bem viver, que pode orientar em qualquer época qualquer tipo humano, em qualquer longitude terrestre ou astronômica. Proporciona uma transmutação consciente evangélica, onde o homem termina vivendo a sua melhor experiência para Deus.
O Evangelho, portanto, é o "Caminho" da evolução indicado pelo Criador à criatura, constituindo-se numa fonte íntima de libertação do Deus em nós. 
O homem evangelizado é a criatura que vive corretamente no seu "mundo pequeno", a mesma pulsação criativa e vibração sublime do "mundo grande". Daí o motivo por que os velhos orientais já apregoavam há milênios, que o "macrocosmo está no microcosmo" e o "que está em cima está embaixo", enquanto a ciência moderna aceita que "átomo é a miniatura duma constelação e a constelação a amplitude dó átomo". Integrando-se na vivência absoluta do Evangelho, o homem exercita-se no mundo transitório da matéria para assimilar e ajustar se ao metabolismo da Lei Suprema do Universo. Em conseqüência disso, os preceitos morais expostos por Jesus refletem, também, os princípios do próprio Universo.”


Origem: Do Livro: “O Evangelho À Luz do Cosmo” – Ramatís/Hercílio Maes  
(Editora do Conhecimento)


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segunda-feira, 20 de julho de 2015

VAMPIRO DE ALMAS|Dica de Livro




Parteira 
“[...] Deparou-se-nos, então, a miserável figura da mulher que implorava socorro do outro lado. Nada vi, senão o vulto da infeliz, coberta de andrajos, rosto horrendo e pernas em chaga viva; mas Narcisa parecia divisar outros detalhes, imperceptíveis ao meu olhar, dado o assombro que estampou na fisionomia, ordinariamente calma. _ Filhos de Deus - bradou a mendiga ao avistar-nos -, dai-me abrigo à alma cansada! Onde está o paraíso dos eleitos, para que eu possa fruir a paz desejada. Aquela voz lamuriosa sensibilizava-me o coração. Narcisa, por sua vez, mostrava-se comovida, mas falou em tom confidencial: _ Não está vendo os pontos negros? _ Não - respondi. _ Sua visão espiritual ainda não está suficientemente educada. E, depois de ligeira pausa, continuou: _ Se estivesse em minhas mãos, abriria imediatamente a nossa porta; mas, quando se trata de criaturas nestas condições, nada posso resolver por mim mesma. Preciso recorrer ao Vigilante-Chefe, em serviço. Assim dizendo, aproximou-se da infeliz e informou, em tom fraterno: _ Faça o obséquio de esperar alguns minutos. Voltamos apressadamente ao interior. Pela primeira vez, entrei em contacto com o diretor das sentinelas das Câmaras de Retificação. Narcisa apresentou-me e notificou-lhe a ocorrência. Ele esboçou um gesto significativo e ajuntou: _ Fez muito bem, comunicando-me o fato. Vamos até lá. Dirigimo-nos os três para o local indicado. Chegados à cancela, o Irmão Paulo, orientador dos vigilantes, examinou atentamente a recém-chegada do Umbral, e disse: _ Esta mulher, por enquanto, não pode receber nosso socorro. Trata-se de um dos mais fortes vampiros que tenho visto até hoje. É preciso entregá-la à própria sorte. Senti-me escandalizado. Não seria faltar aos deveres cristãos abandonar aquela sofredora ao azar do caminho? Narcisa, que me pareceu compartilhar da mesma impressão, adiantou-se suplicante: _ Mas, Irmão Paulo, não há um meio de acolhermos essa miserável criatura nas Câmaras? _ Permitir essa providência - esclareceu ele -, seria trair minha função de vigilante. E indicando a mendiga que esperava a decisão, a gritar impaciente, exclamou para a enfermeira: _ Já notou, Narcisa, alguma coisa além dos pontos negros? Agora, era minha instrutora de serviço que respondia negativamente. _ Pois vejo mais - respondeu o Vigilante-Chefe. Baixando o tom de voz, recomendou: _ Conte as manchas pretas. Narcisa fixou o olhar na infeliz e respondeu, após alguns instantes: _ Cinqüenta e oito. O Irmão Paulo,com a paciência dos que sabem esclarecer com amor, explicou: _ Esses pontos escuros representam cinqüenta e oito crianças assassinadas ao nascerem. Em cada mancha vejo a imagem mental de uma criancinha aniquilada, umas por golpes esmagadores, outras por asfixia. Essa desventurada criatura foi profissional de ginecologia. A pretexto de aliviar consciências alheias, entregava-se a crimes nefandos, explorando a infelicidade de jovens inexperientes. A situação dela é pior que a dos suicidas e homicidas, que, por vezes, apresentam atenuantes de vulto. 
[...] O Vigilante-Chefe aproximou-se, então, da pedinte e perguntou: _ Que deseja a irmã, do nosso concurso fraterno? _ Socorro! socorro! socorro!... - respondeu lacrimosa. _ Mas, minha amiga - ponderou acertadamente -, é preciso sabermos aceitar o sofrimento retificador. Por que razão tantas vezes cortou a vida a entezinhos frágeis, que iam à luta com a permissão de Deus? Ouvindo-o, inquieta, ela exibiu terrível carantonha de ódio e bradou: _ Quem me atribui essa infâmia? Minha consciência está tranqüila, canalha!... Empreguei a existência auxiliando a maternidade na Terra. Fui caridosa e crente, boa e pura... _ Não é isso que se observa na fotografia viva dos seus pensamentos e atos. Creio que a irmã ainda não recebeu, nem mesmo o benefício do remorso. Quando abrir sua alma às bênçãos de Deus, reconhecendo as necessidades próprias, então, volte até aqui.
 _ Irada, respondeu a interlocutora: _ Demônio! Feiticeiro! Sequaz de Satã!... Não voltarei jamais!... Estou esperando o céu que me prometeram e que espero encontrar. Assumindo atitude ainda mais firme, falou o Vigilante-Chefe com autoridade:
 _ Faça, então, o favor de retirar-se. Não temos aqui o céu que deseja. Estamos numa casa de trabalho, onde os doentes reconhecem o seu mal e tentam curar-se, junto de servidores de boa-vontade. _ A mendiga objetou atrevidamente: Não lhe pedi remédio, nem serviço. Estou procurando o paraíso que fiz por merecer, praticando boas obras. E, endereçando-nos dardejante olhar de extrema cólera, perdeu o aspecto de enferma ambulante, retirando-se a passo firme, como quem permanece absolutamente senhor de si. Acompanhou-a o Irmão Paulo com o olhar, durante longos minutos, e, voltando-se para nós, acrescentou:
 _ Observaram o Vampiro? Exibe a condição de criminosa e declara-se inocente; é profundamente má e afirma-se boa e pura; sofre desesperadamente e alega tranqüilidade; criou um inferno para si própria e assevera que está procurando o céu. Ante o silêncio com que lhe ouvíamos a lição, o Vigilante-Chefe rematou: _ É imprescindível tomar cuidado com as boas ou más aparências. Naturalmente, a infeliz será atendida alhures pela Bondade Divina, mas, por princípio de caridade legítima, na posição em que me encontro, não lhe poderia abrir nossas portas.” 

André Luiz. Nosso Lar. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. Cap. 31.
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Vale a pena a leitura desta obra que apresenta a vida no plano espiritual.
#LetraViva

sábado, 18 de julho de 2015

VOCÊ JÁ LEU O LIVRO DOS MÉDIUNS?




O LIVRO DOS MÉDIUNS 
De: R$ 18,00 Por: R$ 15,00 ou em até 3x de R$ 5,00 sem juros

 Médium é toda pessoa que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos. […] Pode-se, pois, dizer que todos são mais ou menos médiuns.? Publicado pela primeira vez em 1861, O livro dos médiuns é a segunda obra da Codificação Espírita compilada por Allan Kardec. Indicado para todos os interessados em fenômenos mediúnicos, o livro é considerado o mais completo manual explicativo das atividades de comunicação com o mundo espiritual, apresentando gêneros e formas de manifestações, além de excelente vocabulário de termos relacionados ao Espiritismo. Traduzida nesta edição por Evandro Noleto Bezerra, a obra apresenta o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os obstáculos que podem acompanhar o trabalho e a prática do Espiritismo. Uma vez que somos, quando encarnados, canais entre os planos material e espiritual, é essencial que conheçamos profundamente todos os aspectos desse relacionamento, para atingir, com sucesso, os objetivos desejados.

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A MISSÃO DO ESPIRITISMO - RAMATIS - UM LIVRO LIBERTADOR DE CONSCIÊNCIAS








Sinopse: Universalista, como a tônica original da doutrina espírita, esta obra de Ramatís examina sucessivamente os grandes movimentos religiosos – o Catolicismo, o Protestantismo, o Budismo, a Teosofia e a Umbanda, e as relações do Espiritismo com cada um deles, e ainda com o Evangelho, a Bíblia e a Psicanálise, e a sua posição ante a Homeopatia. Ramatís delineia a missão transcendental da doutrina espírita, que, ao invés de “mais uma doutrina”, sectária e exclusivista, foi prevista pelo Alto como elo de união fraterna entre crenças e religiões.Como síntese acessível ao homem contemporâneo das grandes verdades “ocultas” iniciáticas, possibilita ao espírito ocidental, neste século da transição planetária, efetuar a “iniciação à luz do dia”. 
Esta obra vem recordar a alta missão de solidariedade universal do Espiritismo, como um movimento libertador de consciências, destacando sempre o ideal de Fraternidade que o anima, e sua alta função de atender a todas as indagações do conhecimento humano. Ao mesmo tempo, como um estudo de religiões comparadas, traz valiosas informações sobre os conteúdos dessas diversas correntes, salientando-se as preciosas informações sobre a Umbanda e sua elevada missão, esquematizada pelo Alto para o Terceiro Milênio.


E ai gostou?
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Fica a dica de estudo!

CARMEM MARIA - LANÇAMENTO ROMANCE MEDIÚNICO





Sinopse: O desejo ardeu em Carmem por muitas encarnações. Seu magnetismo cruel e envolvente foi responsável pelos mais torpes delitos e injustiças. O prazer provocou a dissolução de inúmeros lares, e a revolta em muitas mulheres. O cinismo virou esperteza, a esperteza desencadeou a astúcia e esta desenvolveu nela um forte poder de sedução, que passou a ser sua maior arma diante da vida. E assim, os débitos com a Lei foram se acumulando, vida após vida. Carmem então começou a colher os frutos de sua conduta moral: condenada à fogueira pela “Santa Inquisição”, ardeu acompanhada por um grupo de almas delituosas que passou a fazer parte da trama de sua trajetória, repleta de árduas expiações.
Dentre experiências de ida e vinda, Carmem reencarna em humilde família espanhola e conhece a dor do estupro, da perda do lar em tenra idade, da separação dos pais, enfim, da vida nas ruas, sob o jugo da caridade alheia. Tem início aí a sofrida busca dessa alma para vencer sentimentos mesquinhos e ganhar a liberdade, depois de longo período de escravidão. 
Detalhes instigantes do esquema traçado pelo Alto para que a nova missão de Carmem tenha êxito são narrados por guardiões que amparam a sua trajetória nos dois lados da vida. Trama envolvente, que aborda temas fortes, cercados de preconceitos e tabus, que mexe com sentimentos e atavismos dos seres, e que esclarece principalmente importantes aspectos ligados às bases de um projeto expiatório, faz prender a atenção do leitor pelo dinamismo com que é narrada. Carmem Maria é um romance para muitos, mas preferencialmente para aqueles que querem aprender pela luz do esclarecimento.


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Fica a dica!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

OS BENEFÍCIOS DA LEITURA



“O livro alimentava minha imaginação. Toda a minha imaginação comia, comia e comia e de barriga assim toda cheia, me levava pra morar no mundo inteiro…!”
(Lígia Bojunga Nunes)
O primeiro livro impresso data de 1436, fruto da invenção da tipografia de Gutemberg. Os livros daquela época caracterizavam-se pela letra irregular e imperfeita, pela ausência de paginação, assinatura e título; não tinham margens ou capítulos e nem sinais de pontuação. Após 1500, com o aperfeiçoamento da imprensa, o livro foi se modificando, desde o tipo de papel até os detalhes formais ligados à disposição das letras na página, à forma de ilustração, possibilitando tiragem e divulgação maiores e mais rápidas. Podemos afirmar que a presença do livro em nossa cultura foi a chave com a qual abrimos as portas da História, alargamos as fronteiras e construímos novos mundos. A ideia de leitura, portanto, está intimamente associada à de liberdade e à modernidade.
Mas, no Brasil, a leitura parece ser uma atividade apreciada e praticada pela minoria da população. As pesquisas mais recentes sobre o assunto mostram que os brasileiros leem em média 4,7 livros por ano, sendo que apenas 1,3 são livros ausentes do currículo escolar, escolhidos pela vontade e interesse do próprio leitor. Esse dado mostra que, em geral, a leitura é associada a uma atividade obrigatória, solitária, que exige paciência e atenção. Mas, na verdade, a leitura se dá como um diálogo, uma troca que pode ser bastante estimulante.
No livro, o leitor pode encontrar respostas para dúvidas ou anseios que permeiam a sociedade, viver histórias e ir a lugares nunca imaginados. É claro que a leitura é caracterizada por uma dimensão de individualidade, já que nela muitas vezes o leitor se envolve de tal forma que o mundo ao seu redor parece se transformar. Isso ocorre também porque todo texto possuiu seus vazios, suas aberturas a serem preenchidas pelo leitor com as mais variadas significações. O leitor passa, então, a se apropriar do texto, mergulhando nele, de forma a estabelecer um pacto de cumplicidade com o que está sendo lido.
A leitura também é uma das melhores estratégias para aprimorar a habilidade comunicativa considerando que ler é uma forma de estarmos em contato com a norma culta da língua, praticando a gramática correta e enriquecendo o vocabulário. Aliás, ao longo da história da humanidade, o hábito de ler representa um sinal distintivo, de dignidade e saber. Não é por acaso que muitas pessoas se deixam fotografar tendo um livro nas mãos. Mesmo no mundo de hoje, informatizado, invadido por imagens, a leitura ocupa um lugar de destaque, pois está associada ao desenvolvimento pessoal e ao status intelectual.
Por isso mesmo, entre os principais benefícios para quem adquire o hábito da leitura está a facilidade em obter sucesso profissional. Segundo um estudo feito pela Universidade de Oxford e divulgado pela Revista Veja em maio deste ano, quem lê de forma espontânea, além da obrigação escolar/ profissional, tem mais chances de crescer profissionalmente, devido à ampliação de vocabulário e à compreensão de conceitos abstratos possibilitados pelas leituras cotidianas.
Para se ter uma ideia da importância dessa atividade, nessa pesquisa, comparou-se o hábito de 17.200 pessoas aos 16 anos e suas posições profissionais aos 33, e notou-se que, entre cinema, esporte etc., a única atividade substancialmente relevante para a ascensão foi a leitura. Ou seja, quem, desde jovem, dedica algum tempo livre a ler pode se tornar no futuro um profissional mais bem-sucedido.
Vale notar que tanto em revistas e jornais diários quanto em livros “best-seller” ou clássicos podemos obter os mesmos benefícios da leitura. Não importa a forma como o leitor entra em contato a língua escrita culta e correta, o importante é que isso seja um hábito e que haja diversificação dos tipos de leituras feitas.
Como desfrutar do hábito da leitura?
Para adquirir o hábito de ler, deve-se avançar gradualmente, em vez de logo escolher um livro clássico, composto por inúmeras páginas. Comece lendo aquilo que mais o agrada. Se você é uma pessoa que gosta de esportes, procure cadernos esportivos em jornais, revistas especializadas, biografias sobre grandes nomes e textos em geral que tratem do assunto. O mesmo se aplica a cinema, turismo, curiosidades etc.: qualquer tema é válido para abrir as portas à leitura.
Outra dica importante é aproveitar todas as “brechas” do seu tempo para ler. Tem se tornado cada vez mais comum encontrar pessoas com um livro na mão ao entrar em um ônibus ou metrô, ao sentar-se em uma sala de espera de um consultório ou até mesmo em filas de banco. Esses momentos em que, aparentemente, nada de útil pode ser feito (a não ser esperar) são ótimas oportunidades para sacar da bolsa um livro. Além do prazer da leitura, a companhia de um livro vai fazer com que o desconforto da espera seja minimizado.
Se preferir, institua um horário para leitura. Pode ser antes de dormir, naqueles 10 minutos do horário de almoço que (às vezes) restam. Ritualizando essa prática, facilmente, ler se tornará parte de sua rotina.
Uma recomendação importante: tire proveito daquilo que você lê. Reflita sobre o assunto abordado nas leituras, discorde ou concorde, converse com outras pessoas sobre seu ponto de vista. Essa é uma forma de colocar em prática o que você leu e de exercitar sua argumentação e seu vocabulário.
Não há formulas mágicas para nos tornar leitores assíduos. É preciso dedicação e perseverança até que comecemos a ler rotineiramente, por prazer e não por obrigação. O hábito de leitura, há tanto tempo incorporado pelas culturas norte-americana e europeia, parece que está se difundindo no Brasil cada vez mais, embora isso ainda ocorra de forma bastante vagarosa.
E quem mais ganha com o aumento da prática da leitura? Os próprios leitores, que passarão a explorar realidades e mundos diferentes dos seus, por meio da imaginação, a se comunicar melhor no dia a dia, a adquirir um vocabulário mais amplo, e, consequentemente, a ter melhores chances de crescer em suas carreiras.
Leitura é alimento, é fonte de vida! Desfrute-a!
Por Rosângela Curvo Leite , Vívian Rio e Claudia Tavares Alves
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LIVRO! O BOM COMPANHEIRO DE TODOS OS MOMENTOS!
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A obra de André Luiz

Os prefácios, em geral, apresentam autores, exaltando-lhes o mérito e comentando-lhes a personalidade.
Aqui, porém, a situação é diferente.
Embalde os companheiros encarnados procurariam o médico André Luiz nos catálogos da convenção.
Por vezes, o anonimato é filho do legítimo entendimento e do verdadeiro amor. Para redimirmos o passado escabroso, modificam-se tabelas da nomenclatura usual na reencarnação. Funciona o esquecimento temporário como bênção da Divina Misericórdia.
André precisou, igualmente, cerrar a cortina sobre si mesmo.
É por isso que não podemos apresentar o médico terrestre e autor humano, mas sim onovo amigo e irmão na eternidade.Por trazer valiosas impressões aos companheiros do mundo, necessitou despojar-se de todas as convenções, inclusive a do próprio nome, para não ferir corações amados, envolvidos ainda nos velhos mantos da ilusão. Os que colhem as espigas maduras, não devem ofender os que plantam a distância, nem perturbar a lavoura verde, ainda em flor.
Reconhecemos que este livro (Nosso Lar)
 não é único. Outras entidades já comentaram as condições da vida, além-túmulo...
Entretanto, de há muito desejamos trazer ao nosso círculo espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da experiência própria, com todos os detalhes possíveis à legítima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados laboriosos e bem-intencionados, nas esferas invisíveis ao olhar humano, embora intimamente ligados ao planeta.
Certamente que numerosos amigos sorrirão ao contacto de determinadas passagens das narrativas.O inabitual, entretanto, causa surpres em todos os tempos. Quem não sorriria, na Terra, anos atrás, quando se lhe falasse da aviação, da eletricidade, da radiofonia?
A surpresa, a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. É mais que natural, é justíssimo. Não comentaríamos, desse modo, qualquer imnpressão alheia. Todo leitor precisa analisar o que lê.
Reportamo-nos, pois, tão-somente ao objetivo essencial do trabalho.
O Espiritismo ganha dilatada expressão numérica. Milhares de criaturas interessam-se pelos seus trabalhos, modalidades, experiências. Nesse campo imenso de novidades, todavia, não deve o homem descurar de si mesmo.
Não basta investigar fenômenos, aderir verbalmente, melhorar a estatística, doutrinar consciências alheias, fazer proselitismo e conquistar favores da opinião, por mais respeitável que seja, no plano físico. É indispensável cogitar do conhecimento de nossos infinitos potenciais, aplicando-os, por nossa vez, nos serviços do bem.
O homem terrestre não é um deserdado. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta, o seu livro.
O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em função restauradora do Cristianismo puro; que ninguém, todavia, se descuide das necessidades próprias, no lugar que ocupa pela vontade do Senhor.
André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é a oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.
Guarde a experiência dele no livro d'alma. Ela diz bem alto que não basta a criatura apegar-se àexistência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do Espiritismo e do Espiritualismo, mas, muito mais, de Espiritualidade.

(Prefácio do livro Nosso Lar, edição FEB)
 
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